domingo, 15 de agosto de 2021

A necessidade de perdoar sempre

A necessidade do perdão 

Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.

Mateus 18:21,22

Pedro, um homem sanguíneo (que se irrita fácil) chega para Jesus e pergunta sobre o perdão, para ele (Pedro) com certeza perdoar não era nada fácil, ainda mais 7 vezes como ele mesmo diz.

A resposta do mestre causou no mínimo um grande espanto, fico imaginando a expressão que ele deve ter feito: Como assim? Setenta vezes sete! Devo perdoar sempre? Ele deve ter pensado. E se a pessoa não merecer?

O que Pedro certamente não sabia, mas, que Jesus sempre soube, é que o perdão é útil para quem tá liberando ele. Embora tenha o sentido da bondade embutido no ato, ainda que soe parecer meio puritano perdoar... O principal alvo não é esse, Veja a oração ensinada por Jesus que traz o perdão como única condição (se do Pai Nosso), para sermos perdoados.

Quem perdoa tira das próprias costas um fardo pesadíssimo. Quem perdoa se liberta! Quem perdoa recebe o perdão da parte de Deus pelos próprios erros.

Você tinha pensado nisso?

sábado, 7 de agosto de 2021

A alegria da graça de Deus por Cristo


Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo.

Salmos 119:162

A Palavra de Deus tem de tudo: tem histórias, tem ensinamentos, tem promessas, tem advertências, tem previsões e até mesmo descrições de nossas vidas (na exata proporção que ela é)!

Já falei em postagens anteriores que a Bíblia é dividida em partes, e que cada parte tem um público específico... Como uma farmácia onde cada remédio tem a sua utilidade para determinado sintoma.

Veja, se você quer encontrar consolo na Palavra escrita, você encontra, assim como o salmista...

O que é o Evangelho da graça?

Você quer encontrar esperança? Na Palavra você encontra! Basta abrir o seu coração e acreditar!

Você quer encontrar paz? Alegria? Tudo isso está disponível para quem tem fé, pela Palavra, pelo Espírito de Deus agindo em quem crê!

Mas, sabe o que encontro em toda a Bíblia?

Uma bela história de amor pela humanidade! Você também vê isso?

A graça de Deus está ao seu alcance, e junto a isso: a paz, a esperança, a salvação, a alegria gerada pelo Espírito Santo....

Você crê?

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Folgo com a tua Palavra

 Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo.

Salmos 119:162

A Palavra de Deus tem de tudo: tem histórias, tem ensinamentos, tem promessas, tem advertências, tem previsões e até mesmo descrições de nossas vidas (na exata proporção que ela é)!

Já falei em postagens anteriores que a Bíblia é dividida em partes, e que cada parte tem um público específico... Como uma farmácia onde cada remédio tem a sua utilidade para determinado sintoma.

Veja, se você quer encontrar consolo na Palavra escrita, você encontra, assim como o salmista...
Você quer encontrar esperança? Na Palavra você encontra! Basta abrir o seu coração e acreditar!
Você quer encontrar paz? Alegria? Tudo isso está disponível para quem tem fé, pela Palavra, pelo Espírito de Deus agindo em quem crê!

Mas, sabe o que encontro em toda a Bíblia?

Uma bela história de amor pela humanidade! Você também vê isso?

quinta-feira, 29 de julho de 2021

As dores da impiedade e a misericórdia de Deus

O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no Senhor a misericórdia o cercará.

Salmos 32:10

A informação é bem básica mas, necessária: ímpio não é aquele sem uma religião cristã propriamente dita, apesar de ser usado por muitos com essa intenção.
 
Na verdade, a própria significação da palavra ímpio já se traduz em "aquele sem piedade", que é cruel, impiedoso, sem misericórdia, sem compaixão... E no contexto bíblico não é diferente.

Agora que já sabe, releia o versículo!

sábado, 6 de julho de 2019

Corações Férteis para a Palavra

Reunindo-se uma grande multidão e vindo a Jesus gente de várias cidades, ele contou esta parábola: "O semeador saiu a semear".


Seguindo o texto o Senhor Jesus conta que uma parte da semente caiu na beira do caminho, outra entre as pedras, outra parte nos espinhos e ainda outra em terra fértil. É evidente o que o Senhor faz aqui uma comparação, uma analogia: o nosso mestre gostava muito de ensinar com estórias ilustrativas, que mostrassem uma situação real para ensinar algo muito mais profundo do que aquilo que a própria "parábola" dizia.

Mas o que significa essa parábola contada por Cristo? Se atentarmos para o texto, a própria resposta segue a estorinha contada, nela é explicada que as sementes são a "Palavra de Deus", que o semeador é o mensageiro, ou pregador como preferir chamar, e o local onde cai a semente é o coração - comparado com os vários tipos de terra - e o restante das coisas citadas são para ilustrar o inimigo, e a diversas circunstâncias da nossa vida que podem nos separar dos pensamentos de Deus.

Quantos recebem a Palavra como que lançada à beira do caminho hein? São muitos que ouvem e logo logo vem o Diabo e tira aquela palavra de seu coração! Uns chegam até parecer que sofrem de um tipo raro de amnésia, escutam e esquecem como que no passe de mágica. Os terrenos (corações) pedregosos são bem mais comuns, eu creio, pois sofrimentos, tristezas, perseguição, todos ora ou outra enfrentam. Essas são as verdadeiras provações da vida, e aquele que outrora recebera a mensagem com alegria imensa, podem não compreender o motivo das "pedradas", e abandonarem o Caminhar em Cristo. Vale destacar que quando o assunto é pedrada, quanto mais próxima ela está antes de ser lançada, mais ela nos machuca - ou seja - o que nos fere mais ainda é aquela pedra atirada por quem nós amamos, nossos familiares, nossos irmãos.

Uma das comparações que mais me chama atenção é o fato do Senhor Jesus ter mencionado espinhos com relação a preocupações deste mundo e com a ilusão das riquezas. O que o levou a fazer isso? Será pelo que a preocupação exagerada perfura o nosso coração nos deixando inquietos? Talvez sim, a pessoa que vive preocupada demais com tudo e com todos, e com a vida, tem uma facilidade enorme em nunca descansar, em nunca ter paz... E esse excesso de preocupações sufocam a semente que pode até crescer um pouco - tornando-se um espécie de bonsai - mas que são incapazes de gerarem frutos, e quando geram é um fruto mutante, que não amadurece. O que dizer das religiões que vivem condicionando as pessoas à dependência dela? Bom, elas são úteis quando ensinam o cristão a caminhar com as próprias pernas - ou melhor: a caminhar com o Espírito Santo, de Cristo.

Interessante notar que a parábola é encerrada falando de terra fértil (coração aberto) e frutos. É um assunto bem interessante de se comentar, pois sempre que a palavra fruto é mencionada nas "igrejas", só referem-se a "almas", a novos "membros", a ganhar "pessoas" para Jesus, mas de acordo com a Bíblia a palavra fruto tem um significado bem mais amplo. Para o apóstolo Paulo por exemplo, produzir bons frutos é manifestar atitudes vindas do Espírito Santo:
Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. "Apóstolo Paulo aos Gálatas"
Paulo testifica com o que o Senhor Jesus afirmou bem antes dele, "toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis". 
Assim sendo, não é muito difícil conhecer uma árvore - pois os frutos manifestam aquilo que ela realmente é - não te maravilhes se ouvir absurdos cometidos por algumas pessoas, elas apenas estão manifestando os frutos daquilo que ela realmente é. E nem te assombres quando uma pessoa julgada por você mesmo como ímpio, manifestar um verdadeiro ato de amor ao próximo, apenas lembre-se: Deus é amor, aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele. "Apóstolo João".


Texto base: Lucas 8:4-15

domingo, 2 de julho de 2017

O que a Bíblia diz sobre: Idolatria

E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Homens atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; Atos 17:22

Para analisarmos o assunto vamos responder algumas perguntas:
Porque o apóstolo Paula chamaria aqueles cidadãos de supersticiosos?
O que é superstição?
Será se hoje as pessoas estão diferentes daquela época?
O que diferencia a fé de superstição?
O que superstição tem a ver com idolatria?

Quando não ficamos presos a um verso apenas fica fácil analisar e compreender a Bíblia, desde que peçamos também sabedoria da parte de Deus, lembrando sempre que todo texto tem um contexto!
E texto sem contexto é pretexto para heresias...

A nossa primeira resposta vem no verso seguinte:

Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.
Não é necessário ter um altar escrito ao Deus desconhecido para sabermos que as pessoas buscam um Deus que não conhecem. Afinal, pensa-se que o Criador mora dentro de um "templo de tijolos", ou ainda, que Ele salva apenas quem faz determinadas coisas, ou pior ainda, que para ser salvo devemos pagar um determinado valor para Ele (através do seu preposto sacerdote terreno)... Inocência ou tolice, não sei - um pouco de leitura simétrica faria muito bem!

Afinal, a superstição é definida como crença ou noção sem base na razão ou no conhecimento, que leva a criar falsas obrigações, a temer coisas inócuas, a depositar confiança em coisas absurdas. O salmista define bem superstição quando fala dos ídolos:

"Os ídolos deles são obras das mãos dos homens.
Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.
Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta".

Mas não fique você pensando que ídolos são apenas os descritos nos três últimos parágrafos não... Leia novamente o primeiro (mais ignorado): "são obras das mãos dos homens".  Tudo aquilo que é construído por homens e que receba um status de "divino" atribuído por alguém, independente do tamanho, forma, ou finalidade, torna-se ídolo para aqueles que assim creem. Trocando em miúdos: uma estátua pode ser um ídolo, mas um bem também pode ser, um templo, um objeto, um imóvel, uma pessoa (como referência divina), ou qualquer outra coisa. O apóstolo Paulo vai muito além e também afirma que a avareza também é idolatria, a prostituição é idolatria, a concupiscência dos olhos e da carne também... E para aqueles que vivem apontando seus dedinhos para quem tem imagens, Paulo critica de igual modo, chamando-os de ladrões de casas de ídolos, parafraseando: para que serve um guarda-roupa senão guardar roupas!

Atualmente as pessoas agem de igual modo em relação a buscar Deus através de coisas palpáveis, ou visíveis, e acabam esquecendo que o Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas. A idolatria que nasce da superstição afasta a verdadeira fé, pois esta não necessita de "coisas" para ser posta em prática, ao contrário, a fé é um firme fundamento e convicção daquilo que não pode ser visto!

É muito fácil agir como supersticioso (religioso), acreditar no visível, no palpável, naquilo que é sólido, assim como é extremamente simples achar que fé provem de obras. Claro que os verdadeiros salvos demonstram que são (e isso produz boas obras), mas quem salva é Cristo - somente Jesus Cristo, e pela graça.

Difícil mesmo é ter fé: acreditar no invisível, no impossível, em um Deus que habita o coração do crente e não um prédio, um Pai que aprova a misericórdia ao próximo e não sacrifício como barganha.

E como se não bastasse ainda existe a autoidolatria: aqueles que acham que são melhores que os outros - e assim, jogam todos os outros no inferno em pensamentos, para esses, só eles são salvos, são santos, são cristãos genuínos!

Que o Senhor tenha misericórdia de todos nós e nos liberte de nossos ídolos!

sábado, 4 de junho de 2016

Que tipo de Cristão nós somos?

Havia em Cesaréia um homem por nome Cornélio, centurião da coorte chamada italiana, Piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo, e de contínuo orava a Deus. "Atos 10"

Quando o assunto é Deus e religião ou espiritualidade, é comum encontrarmos pelo menos 05 tipos de pessoas, e quero aqui fazer um breve comentário sobre o assunto, lembrando que devemos evitar julgamentos ao nosso próximo, seja quem for, não cabe a nós julgarmos comportamentos alheios na ânsia de condenar ou absorver, principalmente quando da prática de condutas vistas pela nossa ótica como erradas, reprováveis, pecaminosas por assim dizer.

O primeiro tipo, e mais comum no meio cristão, é a figura do hipócrita - é o típico religioso não espiritual. Religioso simplesmente porque vai com frequência ao clube chamado igreja, e faz repetidas vezes aquilo que acredita ligá-lo a Deus, ir para se encontrar é o lema deste camarada. Ele até ensina a palavra de Deus, mas não vive - hipocrisia é a sua arma contra si mesmo; chega até a cantar para Deus, mas não adora; tem compromisso com a agenda religiosa, mas não com o próximo, nem com a caridade, nem com o Criador. Não tem nada de espiritual, pois desconhece o sentido da palavra amor, assim, é desobediente fingindo ser... É cheio de arrogância, pois confia em si mesmo, em seu íntimo esquece que precisa de um salvador, o Senhor Jesus Cristo.

O segundo e não menos frequente, é o que além de não ser religioso em nada, também não tem nada de espiritual. Essas pessoas por não conhecerem o sentido da palavra disciplina, sendo em nada religiosos, nem para com Deus, nem para com o trabalho, nem para com a família, nem com ninguém... Vivem em uma total falta de compromisso com o mundo e consigo mesmo: trabalhar religiosamente é trabalhar todo dia, almoçar religiosamente é almoçar todo dia! Geralmente não conseguem desenvolver em nada, pois a falta de compromisso com qualquer coisa, volta como bumerangue para a própria vida e lhe acerta em cheio. A falta de espiritualidade gera uma frieza enorme em seu coração, já que não consegue amar, vive odiando, vive desprezando, machucando, guardando mágoa e as vezes até vingando. Por faltar o amor verdadeiro e mínimo, pode até se tornar um verdadeiro ímpio - aquele que não tem piedade de ninguém. Só Jesus na causa!

Outro tipo bem comum são aqueles não religiosos, porém, espirituais, que aqui iremos chamar de bons samaritanos da vida. Talvez você conheça alguém assim: vive como a maioria das pessoas costumam viver, porém sabem o que significa misericórdia. Uns nunca foram ao templo fazer uma oração, mas, quando veem um necessitado, estendem a mão e ajudam. Carregam no peito a mensagem do Evangelho sem nunca terem ouvido falar nela, estes foram escolhidos por Deus para serem pequenos luzeiros no mundo, vivem de forma simples, mas, amam, se importam, acolhem, perdoam, suportam, e frequentemente agradecem um Deus, ainda que não o conheçam.

Já ouviu falar em falso ateu? Pois é, eles existem e são maioria dentre o grupo daqueles que declaram não acreditar na existência de um Deus. Os falsos ateus, geralmente são pessoas revoltadas com Deus, por algum fato em sua vida, ou com a perda de alguém muito próximo, ou ainda uma doença sem cura. Vivem tentando provar que Deus não existe, porque não conseguem entender como Deus trabalha, aí surge a revolta. Não conseguem compreender os mistérios que lhe cercam e põem a culpa no Criador; como crianças que não entendem porque os pais não lhes dão balinhas, choram revoltados desejando algo que é melhor não possuírem. O orgulho aqui é bem presente, mas, não devemos culpa-los, estes também sofrem na sua inocência. São os filhos mimados, ingratos e inocentes (talvez).

E por último, temos o tipo ilustrado em nosso texto base: Cornélio era um soldado romano, o sexto na cadeia de comando do exército, responsável por dar ordens, disciplinar e instruir os soldados. Como a Bíblia relata ele era um homem temente a Deus, piedoso e religioso, não no sentido de frequentar alguma assembleia, mas pela constância na oração a Deus. Ser religioso é ser constante em alguma coisa. E nesse sentido, Cornélio era um tipo raro de pessoa: Religioso e Espiritual ao mesmo tempo.
Religioso pela assídua busca a Deus em suas orações; Espiritual por que carregava consigo a mensagem, a essência do Evangelho, o amor ao próximo. Este tipo raro de pessoa está espalhado pelos quatros cantos da terra, quem sabe você seja mais um!

Então, vamos fazer um exercício - fique em frente a um espelho e pergunte-se: Que tipo de pessoa eu sou?

sábado, 23 de maio de 2015

Em que Caminho devemos andar?

Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe dele. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:5,6


Veja a importância do contexto bíblico para evitar leituras distorcidas: Que Caminho é esse? Será aquele percurso que você faz quando vai ao templo? O versículo anterior fala do caminho do perverso... Agora me diga: Qual o oposto de perversidade?

Vou tentar ser mais claro: Certa ocasião um doutor na lei de Deus (teólogo), digamos assim, tentando por Jesus a prova, pergunta-lhe: - Mestre, que farei para herdar a vida eterna?





Jesus responde com uma outra pergunta: Que está escrito na Lei?
O teólogo responde: amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a sua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças, e ao teu próximo como a ti mesmo!
Jesus, completa: - Muito bem... faz isso e viverás!

O perito na lei querendo se justificar pergunta novamente: - E quem é meu próximo?

*O cara tinha acabado de dar uma boa resposta mas, por vaidade pergunta, quem é meu próximo? Certamente que ele pensou que o "próximo" era somente os amados dele mesmo, como os familiares por exemplo, então, estou bem na foto - amo quem me ama, e odeio quem me odeia - no mínimo, vou ser elogiado por Jesus!

O Senhor Jesus responde com uma história:

Certo homem ia descendo rumo a Jericó, quando foi pego por assaltantes que o roubaram e o espancaram, deixando-o quase morto. Na mesma estrada ia passando um sacerdote, um líder religioso muito respeitado, quando viu o homem caído passou por longe. Esse líder religioso estava fazendo um percurso em direção ao seu local de culto, estava indo "encontrar com Deus", porém, ignora a necessidade daquele homem.

Depois, na mesma estrada, um levita, alguém encarregado nos serviços do templo, um obreiro, um adorador, quando chegou ao lugar, passa também por longe. Ele que diz amar deus e até trabalha para deus, é incapaz de adorar Deus servindo o próximo em sua tragédia, ele que tem hora marcada, que tem compromisso com "a igreja", não faz ideia do que seja culto *inteligente, culto racional... Então, vê e ignora!

Então um samaritano, um não religioso, passando por ali vê o homem no chão e tem piedade dele. Ele que não visita o templo, sabe reconhecer um necessitado e ajudá-lo, ele que não é dizimista sabe cuidar daquele homem, limpar suas feridas, prestando um verdadeiro *culto a Deus através do amor ao próximo... além disso, ainda o leva para um hotel e deixa dinheiro para quitar suas despesas.

Três homens passam pela mesma estrada, porém, seus corações tem ‪caminhos‬ diferentes. Dois deles seguem o caminho da hipocrisia e do egoísmo, um deles, o último, percorre o ‪caminho‬ da misericórdia, da compaixão, do amor ao próximo!

Agora pergunto: Em que caminho devemos ensinar nossos filhos? De que caminho fala o livro de Provérbios? Deus é amor, e esse Caminho deve ser percorrido dentro de nós mesmo, ao contrário, nossa caminhada sem "O Caminho" terá sido em vão!

sábado, 2 de maio de 2015

A FOBIA DA MORTE: um discernimento essencial

O autor do livro de Hebreus nos diz que Jesus veio destruir aquele que tem o poder da morte; a saber: o diabo. E, além disso, veio para livrar aqueles que pelo pavor da morte estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.

Para mim poucas revelações espirituais são tão fortes e essenciais para o bem da alma humana quanto as duas acima referidas.

Assim, se fica sabendo que o diabo tem o poder de operar pelo medo da morte, visto que ele não é senhor da morte; pois há Um só que é Senhor de todas as coisas: Aquele que tem o poder sobre a vida e morte, pois é o Criador da Vida, o qual, morrendo na Cruz, Ressuscitou da Morte.

Portanto, o diabo tem o poder da morte pela via do medo que a fobia da cessação da vida faz gerar nos mortais.

Ele, o diabo, nunca decidiu quem vive e quem morre. O livro de Jó deixa isto mais que claro. No entanto, a fobia da morte é a pulsão humana que ele mais usa a fim de manter os filhos de Adão sob cativeiro.


E como isto acontece?

Se os homens morreriam ou não no corpo antes de haverem comido do fruto da árvore do conhecimento referencial do bem e do mal, não é de fato importante. Não para mim, em nenhuma perspectiva. O que de fato importa é que aquele “ato” de comer do fruto, de estender a mão e tomá-lo, mudou completamente a estrutura da percepção dos humanos; rompendo-lhes a harmonia com Aquele para Quem não há vivos e nem mortos, pois, para Ele, todos vivem.

Desse modo, mediante tal ruptura os humanos conheceram a morte nos ambientes imediatos da percepção da existência física. Pois, em não existindo a percepção da cessação física como “morte”, o fato-epistemológico dessa não-percepção, faz a morte inexistir como sentimento, visto que, nesse caso, já se está para além de questões como morte e vida. Digo: isto antes de se saber-conhecer a morte, conforme ‘percepcionalmente’ viemos a conhecê-la.

Ora, se antes do “comer do fruto” eles também morriam, tal fato não era sentido, posto que a harmonia total com o sentido da vida no Criador lhes dava a visão não da morte, mas da absorção da vida pela Vida.

Por outro lado, se “não morrer”, no Gênesis, de fato e literalmente significa “ser imortal no corpo”, então, a ruptura causou a mesma coisa no nível da percepção, idêntica ao que geraria se eles morressem sem sentir a morte como “morte”.

Portanto, como disse, para mim, em nada faz diferença. E se alguém alegar que a não-importância da morte física em sua literalidade afeta o significado da ressurreição física de Jesus e de nossa própria ressurreição no corpo, digo que não é assim; pois, de fato, Jesus ressuscitou no corpo e nós no corpo também ressuscitaremos, posto que Deus, em Cristo, está restaurando todas as coisas; e, entre tais coisas, está o corpo; o qual, uma vez ressuscitado, já não será feito desta “carne mortal”, mas sim de algo de natureza imperecível.

Mas voltemos à fobia da morte, usada pelo diabo a fim de manter os mortais humanos sob escravidão.

Quase tudo (se não mesmo tudo) o que se faz nesta vida, é feito por nós em razão da pulsão constante e inconsciente do “pavor da morte”.

Assim que as menores noções de tempo começam a se instalar em nós, logo se percebe o surgimento de uma aflição essencial na alma humana. Começa a surgir uma urgência, uma impaciência inexplicável, uma ânsia de viver.

Às vezes já na infância essa angustia está presente. Na minha estava, e com muita intensidade. Ao chegar à adolescência ela explode como fogos de artifício. É ainda a primavera da vida escondendo a fobia da morte com belas cores. Na idade adulta ainda bem jovem, a fobia da morte se veste de responsabilidade e até de neurose. Tem-se que produzir a fim de “ser alguém”. E, em tal estado, casar, ter filhos, ganhar dinheiro, adquirir confortos, alcançar posições importantes, construir um nome, uma reputação, etc... — são também “folhas de figueira” a esconder a fobia essencial: o medo da morte.

Sim, porque cada vez mais a mente vai fazendo a contagem em ordem decrescente; e faz isso de modo cada vez mais consciente.

Ao se atingir a meia idade, então, mais do que nunca antes, cai sobre a alma a angustia de olhar para trás, e ver o que não foi feito, provado, sentido, gozado, aproveitado — todas as árvores do jardim —; e, ao mesmo tempo, olhar para o hoje e, quase sempre, vê-lo indigno dos nossos sonhos; sejam exteriores ou interiores; o que, imediatamente, nos remete com sofreguidão para a perseguição de tudo o que não se teve, e que precisamos alcançar nos anos que nos restam.

Por essa razão, em geral, a meia-idade promove mais mudanças do que se pode imaginar.

A fobia da morte está muito maior em nossos dias, com todo o cenário de extinção apocalíptica que já se faz sentir, consciente e inconscientemente por todos os humanos.

Quando, porém, se chega ao inicio da velhice, então, uns se desesperam; ou se tornam amargos; enquanto outros se conformam, ficam quietos ou buscam refugio na religião, ou em qualquer forma de bem a ser feito aos outros como quem afofa o leito da própria morte.

No entanto, mesmo os conformados, em sua maior parte, conformam-se em razão de crerem ou esperarem que suas “pequenas barganhas” com Deus, feitas de esmolas e caridades, lhes dêem um lugar no céu... Quem sabe?

A existência humana é esse briga permanente com o tempo que se tem, até a primeira juventude adulta; e, depois, é uma angustia contra o tempo que já não se tem, que é quando a fobia da morte vai se tornando um pânico consciente e cada vez mais escravizante.

É pelo poder de incitar o medo da morte que o diabo faz o que quer conosco!

É em razão do medo da morte que as meninas se entregam a quem não querem, os homens conquistam quem não desejam, matam pelo que não lhes dará vida, trabalham como loucos como se o esforço lhes fosse agregar um dia a mais na existência, ambicionam fama, nome, reputação, dignidade, poder, variedade de experiências, provar de novos gostos, a ansiedade pelo amanhã, o stress do tempo, a impaciência total, a busca frenética por prazeres encantados, a expedição mortal na perseguição do Santo Gral.

É em razão da fobia da morte que muita gente vai se despedaçando pelo caminho, escolhendo qualquer coisa, aceitando tudo, não largando nada, tentando ser dono de tudo o que pode, agarrando-se a qualquer coisa como se fosse essencial.

É também a fobia do morrer que faz a gente ficar escravizado ao tempo!

“Estou com 40 anos e ainda não provei um amor arrebatador...” — diz alguém convencido de que um amor arrebatador pode salvar a alma humana.

“Não posso ficar só. Tenho que ter alguém logo...” — afirma alguém que diz gostar de companhia, mas que de fato tem pavor da solidão, que é também filha psicológica da fobia da morte.

“Não consigo ficar só. Levo qualquer um pra casa...” — alguém garante como se isso fosse uma virtude de sedução.

“Por que é que eu só encontro homem cafajeste?” — indaga ‘inocente’ a mulher que escolhe o que vier..., apenas pra não ficar sozinha.

“Tudo dá errado pra mim. Saio de uma angustia e entro logo noutra!” — diz alguém que “topa tudo”, e que se entrega por qualquer migalha, mas que reclama da vida como se fosse obra do “azar”.

“Trabalhei tanto que não vi meus filhos crescerem...” — chora o homem ou a mulher que, pela fobia da morte, entregou-se à síndrome dos faraós.

“Consegui tudo o que queria..., mas continuo infeliz!” — grita a pessoa rica e que vive sob o pânico da morte.

“Que é isso? A vida passa! E você vai ser marido de uma só mulher?” — dizem os amigos zumbis, inconformados com alguém que não sofrendo do pânico da morte, não aceita companhia que não se faça acompanhar de amor.

“Que desperdício! Uma mulher como você não pode estar linda, aos 39 anos, e sozinha. De jeito nenhum!” — assim amigas mal-amadas demandam mortal solidariedade; ou, desse modo, exigem ‘participação’ nas graças dessa mulher os homens para quem não se pode morrer sem “provar aquilo”, e dela.

E assim vai... E vai quase todo mundo pro buraco. E tudo isso em razão de que a vida vai acabar.

Então, a pessoa se deixa escravizar a tudo e a quase qualquer coisa, mesmo àquelas que ela odeia ou detesta ou nada tem a ver com ela. E isto apenas porque, segundo o fluxo deste mundo, não se pode perder tempo, pois a morte está chegando...

Ora, “é porque a morte está chegando” que a maioria escolhe a própria morte para dormir em sua cama, para casar, para ser sua preocupação, seu tema de brigas, sua angustia, sua separação, seus casamentos e re-casamentos, seus novos e cansados planos, suas pelejas loucas e movidas pela inveja...

Inveja... é também algo que nasce do medo da morte. Afinal, pensam: “... todos nós vamos morrer, mas ele tem..., e eu ainda não.” Portanto, “eu quero ser como ele”; ou, quem sabe, “quero ter o que ele tem”; e pior ainda: “quero ter o que é dele!”

É por causa da fobia da morte que tudo acontece, até aquilo que julgamos, muitas vezes, mais que legitimo. Aliás, todo o nosso sentido de dignidade, honra, direito, etc...— vêm do fato de que esta vida é a única que temos conforme nosso ‘sentir’; e, assim, se tudo não for resolvido aqui, o que restará de nós, de nossa memória, de nosso nome, de nossa dignidade? — é a questão proposta pelo medo do morrer.

Quando comecei este site, em 2003, para cada 100 cartas que recebia, umas 10 eram ofensivas. A tese básica era: “Você perdeu o direito de pregar porque se divorciou...” Depois, para cada 100 cartas, uma era assim. Hoje é uma raridade, exceto quando digo algo sobre algum “apóstolo” ou “pai-póstulo”. Então, para minha surpresa, para cada 100 dizendo “é isso aí”, há umas 10 criticando por mandado dos “interessados”; pois, até hoje, nunca recebi uma carta que não fosse de “funcionários” deles.

Mas por que estou dizendo isto?

É que logo, logo..., descobri que os que me escreviam não crêem muito em Deus, nem em eternidade, nem em verdade, nem nas coisas do coração. Para eles o que vale é o hoje como imagem de poder. Por isto também toda a “prosperidade” por eles buscada é de BMW e Limousine. Da eternidade eles parecem ter esquecido por completo. O “deus” deles se alimenta de comida da terra... Sim, do pó da Terra.

Ora, quando me ficou claro que eles escreviam o que escreviam porque ainda estão escravizados pela morte, e pela ambição dos poderes que devem ser obtidos nesta Terra, antes que a morte chegue; coisas essas que no caso deles significa especialmente uma “igreja grande” ou uma “imagem de ungidos”... — então, vendo que a verdade não era de seu interesse, passei a apenas responder-lhes da seguinte maneira: “Meu irmão (ã), Poderia responder muitas coisas, e, sem dificuldade desconstruir seus tolos argumentos; de quem não está interessado na verdade. Portanto, espere uns poucos anos apenas, pois, em breve, todos estaremos na eternidade. Sim, bem diante do Trono Eterno, de toda luz e de toda verdade. Então, lá, pergunte ao meu Senhor o que era e o que não era verdade!”

Impressionante! Ou ninguém escreve de volta; ou, então, me pedem perdão!

E por que é assim?

É que as pessoas esqueceram da eternidade porque têm medo da morte. Assim, ficam “brincando de Deus” aqui na Terra, arruinando a cabeça dos outros; e, assim, tornam-se aliados no mínimo inconscientemente do diabo, pois fazem o que ele quer. Ora, isto é assim porque o desejo do diabo é sempre alimentar o medo, não importando a qualidade do medo; posto que em Deus não há medo, pois o verdadeiro amor lança fora o medo.

Mas essas pessoas que me escreviam eram lembradas que eu não estou aqui “brincando de falar de Deus”; e que de fato sei que nós todos estaremos cara-a-cara diante do Trono; e logo! — afinal, o que são umas poucas décadas, se tanto? —; então, rapidamente pararam de conversa fiada, pois ficaram sabendo que o “buraco é eterno”.

Fobia da morte!

Sim, é ela que comanda tudo!

No entanto, Jesus veio para despojar o diabo desse poder. E, no que disse respeito a Ele, Jesus, tal poder foi e está, em-si-mesmo, despojado, conforme Paulo.

O problema é que a cristandade não entendeu a Palavra do Evangelho e nem tampouco aceitou Jesus. Então, foi criada essa coisa maluca que usa o nome de Jesus para infundir nos homens o medo que alimenta o poder do diabo; pois, ele, o diabo, come o medo da morte como prato frio, mas adora os salgadinhos feitos de culpa religiosa, e que são apimentadas pelo pânico em relação a Deus; o que significa vitória do diabo concedida a ele pela religião; posto que é a religião que mantém o diabo vivo, a culpa ressuscitada, e a lei matando a alma.

Se entendermos isto, meu Deus! Quanta coisa mudará!

O momento presente, todavia, exacerba imensamente este ‘sentir’ de morte. Afinal, conforme tenho aqui escrito, “os dias são maus”, e nos tornamos vizinhos das visões que João teve no Apocalipse, na Ilha de Patmos.

Por esta razão, agora, não somente somos atormentados pelas pulsões da morte que brotam como fontes psicológicas de natureza existencial insaciável, ainda que em sua maior parte venha do poço de nossas subjetividades, mas também, de súbito, nos vimos também abraçados pela Morte Global, e fomos avisados de que o Planeta Terra está cambaleando, cansado e abusado; e que pode vir a ter seus poderes abalados e caotizados.

Ora, a junção da fobia interior da morte individual com um cenário apocalíptico de morte global, tem produzido, e ainda produzirá, nas almas humanas, as maiores carências, fragmentações, ansiedades, perplexidades, angustias, pânicos, e pavores jamais antes sentidos por nenhum de nós.

Desse modo, mais do nunca, tem-se que andar com “o selo do Cordeiro na fronte” a fim de que não sejamos picados pelos ferrões que envenenam a alma com a ansiedade que nos faz, em fugindo da morte, cair exatamente de modo mais profundo nos braços dela.

Afinal, Jesus já destruiu aquele que tem o poder da morte, a saber: o diabo. E isto para que todos ficássemos livres da fobia da morte, que é a única comida que pode erguer o poder do diabo no coração humano, levando-nos, assim, outra vez, ao cativeiro do medo que nos move para o abismo da morte, e não para o Refúgio da Vida.

Pense, todavia, você mesmo. E sei que Deus lhe dará entendimento de tudo!

Nele, que nos livrou da angustia do tempo em face do medo da morte, e nos deu a alegria do que é eterno,


Fonte: http://caiofabio.net
Por: Caio


quinta-feira, 30 de abril de 2015

Cronologia dos Tempos do Fim

Jesus saiu do templo e, enquanto caminhava, seus discípulos aproximaram-se dele para lhe mostrar as construções do templo.

"Vocês estão vendo tudo isto? ", perguntou ele. "Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas". No ano 70 da era Cristã, o templo foi destruído cumprindo assim a profecia do Senhor Jesus. Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram:

"Dize-nos, quando acontecerão essas coisas?
E qual será o sinal da tua vinda?
e do fim dos tempos? "


O princípio das dores, conforme o Senhor Jesus...

Jesus respondeu: "Cuidado, que ninguém os engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ e enganarão a muitos. Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores.


Início das Perseguições, 
a Grande Tribulação e Sinais do Fim...

"Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim. 

"Assim, quando vocês virem ‘o sacrilégio terrível’, do qual falou o profeta Daniel, no lugar santo — quem lê, entenda — então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes. Quem estiver no telhado de sua casa não desça para tirar dela coisa alguma. Quem estiver no campo não volte para pegar seu manto.
Como serão terríveis aqueles dias para as grávidas e para as que estiverem amamentando! Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno nem no sábado. Porque haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados.
Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo! ’ ou: ‘Ali está ele! ’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Vejam que eu os avisei antecipadamente. "Assim, se alguém lhes disser: ‘Ele está lá, no deserto! ’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa! ’, não acreditem.


Como será a Volta de Cristo?

Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem. Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres. "Imediatamente após a tribulação (vejam, após a tribulação, e não antes como muitos ensinam) daqueles dias ‘o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados’. 

"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória. Todo olho verá, assim sendo, a volta do Senhor não será oculta, secreta, às escondidas, mas conforme dito aos Galileus, da mesma forma como o viram subir Ele voltará.


O Encontro com o Senhor nos Ares, o Arrebatamento...

E ele enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. "Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo.
Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas. Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão". "Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai. Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem.
Pois nos dias anteriores ao dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos.


Ainda sobre o Arrebatamento...

Assim acontecerá na vinda do Filho do homem. Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. "Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor.

Mas entendam isto: se o dono da casa soubesse a que hora da noite o ladrão viria, ele ficaria de guarda e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Assim, também vocês precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam. "Quem é, pois, o servo fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos de sua casa para lhes dar alimento no tempo devido? Feliz o servo a quem seu senhor encontrar fazendo assim quando voltar.

Garanto-lhes que ele o encarregará de todos os seus bens. Mas suponham que esse servo seja mau e diga a si mesmo: ‘Meu senhor se demora’, e então comece a bater em seus conservos e a comer e a beber com os beberrões. O senhor daquele servo virá num dia em que ele não o espera e numa hora que não sabe. Ele o punirá severamente e lhe dará lugar com os hipócritas, onde haverá choro e ranger de dentes".

Nova Versão Internacional


Aqui, não se trata de uma costura de vários textos bíblicos como costumam fazer em Estudos Bíblicos, trata-se do texto integral narrado pelo Senhor Jesus Cristo, conforme escreveu o evangelista Mateus. Creio eu, ser Jesus Cristo a suprema revelação do Evangelho e de tudo relacionado a ele e que tenha a ver conosco. As falas do nosso Senhor confirmam com os textos de Apocalipse, das cartas do apóstolo Paulo e inclusive, com as profecias de Daniel. 

Quem lê entenda!

sábado, 25 de abril de 2015

Curas Impossíveis, mas não para Deus

E indo ele, apertava-o a multidão. E uma mulher, que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e gastara com os médicos todos os seus haveres, e por nenhum pudera ser curada, Chegando por detrás dele, tocou na orla do seu vestido, Lucas 8:42-44
Imaginem uma pessoa passar 12 anos com uma doença! Pior ainda, imaginem essa mesma pessoa ter muitas posses e gastar tudo procurando uma cura e não encontrar! Sabe aquele tipo de doença que todos os médicos dizem que não tem jeito? Pois é, esse era o caso dessa mulher que se aproxima de Jesus.

Haja visto que todos os seus recursos já tinham se esgotado com a medicina, pode-se afirmar que juntamente com os seus haveres tinha ido embora toda a esperança de cura daquela mulher e por assim dizer, não havia mais saída. É o mesmo que alguém com câncer hoje em dia ouvir dos médicos um vá para casa morrer em paz, você tem 6 meses de vida... claro, com uma diferença: aquela sofredora já carregava esse sofrimento por longos 12 anos, mais de quatro mil dias derramando sangue.

Além do sofrimento com a perda constante de sangue, ela sofria e muito com o desprezo e o preconceito decorrente da lei que vigorava naqueles dias. Por exemplo, se uma mulher mesmo que sã tivesse em seu período menstrual, ela deveria ficar afastada de todos durante sete dias e quem a tocasse se tornava impuro, tudo onde se deitava tornava-se impuro, onde sentava tornava-se imundo, e se por algum distúrbio esse período durasse mais que o comum, também permaneceria imunda até cessar o fluxo e até sete dias depois (Levítico 15:19-30).

Jesus veio como um grande marco na vida dela, e certamente quando ela ouviu falar de Cristo ela deve ter pensado consigo mesma:

- O meu caso ainda não está perdido, ainda posso ter esperanças, esses médicos não sabem de nada, eu serei curada. E não precisa nem esforço da parte desse Homem, basta que eu o toque! Um simples toque, ficarei sã! Claro, o difícil vai ser ir até ele o povo me despreza tanto, quem vai me ajudar? Mas isso não importa, nem que eu vá me arrastando chegarei até ele.

E tudo acontece conforme sua fé, aliás, melhor ainda. Jesus ao perceber que D'Ele saíra poder pergunta aos seus discípulos: - Quem me tocou? Os apóstolos sem entender o motivo da pergunta, nega-os todos e Pedro toma a frente (ousado como sempre) e dar uma resposta corte em Jesus: - Ora, como assim quem te tocou? Não percebe que todos te apertam? A multidão te oprime!

Pedro como de costume apressado em responder antes de compreender, ele não tinha entendido o motivo da pergunta. Aqui, a interrogação de Jesus é igual a do Criador no jardim do Éden após o pecado de Adão e Eva: - Onde estás? (Gênesis 3:9). Assim como Deus sendo Onisciente sabia onde estava Adão, Jesus sabia onde e quem tinha tocado N'Ele, o que ele queria era que ela mesma se manifestasse. E depois disso Jesus conforta-a dizendo:

- Filha a tua fé te salvou, vai-te em paz!

Jesus não somente cura os doentes quer sejam na carne, quer seja no espírito - Jesus também liberta, e assim não poderia ser diferente, o nosso mestre não é carcereiro. Aqueles que hoje se encontram com Cristo pela fé, são curados com a permissão de Deus, são libertos pela graça das amarras do pecado que prendem o homem como vícios destrutivos. E mais que isso, têm o privilégio de receber o discernimento e a sabedoria do Espírito Santo para prosseguir.

Que o Senhor Jesus abençoe sua caminhada terrena e lhe proteja em todos os seus passos!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Onde Está a Vossa Fé?

Despertado, repreendeu o vento e a fúria da água; eles cessaram, e houve bonança. Então lhes perguntou: Onde está a vossa fé?

Uma das coisas mais interessantes em relação a fé, em minha opinião, é o fato de que ela não precisa de circunstância externa favorável para ser posta em prática, assim como disse o escritor aos Hebreus fé é convicção, é certeza, mesmo naquilo que não consigo ver.

Aqueles homens tinham todos os motivos para não temer, eles já haviam presenciado vários milagres, inclusive a ressurreição de um menino - frente a duas multidões - na cidade de Naim. 

Mas, por que temiam? Por que mesmo estando na companhia de Jesus eles tiveram medo da morte? 

Eles assim como a maioria de nós, olharam apenas as circunstâncias desfavoráveis; olharam para o problema e tiveram medo; se deixaram vislumbrar pela agitação das águas, pela força do vento, pela inquietação do barco e pensaram: vamos morrer! Certamente o barco vai encher de água e afundar. O mesmo acontece conosco quando temos um problema e de tão impressionados com o tal, acabamos esquecendo ou ignorando que nada, nada mesmo, escapa dos olhos do Criador. E mais ainda, eu creio que nada daquilo que aconteça está fora da "permissão" de Deus.

Quando certezas como essa começam a fazer parte de nossa consciência, recebemos de Cristo uma paz incompreendida pelo mundo - uma paz inexplicável - que não depende daquilo que me acontece; não depende daquilo que eu tenho; não depende apenas se estou bem de saúde e com uma razoável quantia para sobreviver. Essa paz que vem da confiança em Cristo, ela supera tudo isso, ela ultrapassa as circunstâncias, ela supera em muito a razão. Quando aprendemos a confiar em nosso Criador e em nosso Salvador conjuntamente, recebemos em nosso coração uma paz de vem de dentro e transborda como um manancial de águas vivas.

Você já viu alguém muito doente, um familiar ou um amigo, e ficou se perguntando por que aquela pessoa não desanimava nunca e continuava lutando, ou mais ainda - agindo como se não estivesse doente? 

O nome disso é fé! E isso faz a diferença na vida daquele que crer em muitos aspectos. E melhor ainda se essa fé for concentrada na pessoa certa: n'Aquele que veio a este mundo e deu a sua vida por amor a nós! Além disso, se a sua confiança está no Criador de todas as coisas (e que sabe todas as coisas), você será capaz de compreender de tudo aquilo que lhe acontece, independente se te parece bom ou ruim, você entenderá que Deus sabe todas as coisas, e que Ele te ama - e que mesmo não parecendo as vezes: o Pai quer o melhor para os seus filhos.

Filho rebelde ou não, o bom Pai sempre irá receber-lo de braços abertos e com muito amor. Quem escolher viver com Deus, sempre será bem recebido por Ele. Sempre será confortado, salvo das tempestades da vida, e descansará na carne para viver ao lado d'Ele - eternamente.

Quer desfrutar da bonança vinda de Cristo? Crer somente, tudo é possível ao que crer!

Texto base: Lucas 8:22-25

sábado, 18 de abril de 2015

A Quem Você Imita?

Jesus, porém, despediu-o dizendo: Volta para tua casa e conta tudo o que Deus te fez.

Uma das grandes diferenças do grande Mestre e Senhor de todas as coisas, para os demais que se acham mestres no ensino, ou líderes de crianças espirituais - é que o Senhor Jesus Cristo, o Salvador, é coerente. Ele, mais do que ninguém, tem uma mensagem específica e um propósito certo a cada um que D'Ele se aproxima. Isso mesmo, Jesus não é redundante, nem repetitivo, nem monótono - Ele não é chato!

E como Ele tem uma mensagem específica e diferente para cada um que D'Ele se aproxima, com um endemoniado não poderia ser diferente. Aquele pobre homem descrito em Lucas 8, a partir do verso 26, já era muito atormentado pelo espíritos ruins, pensamentos ruins, atitudes péssimas com o próprio corpo - tudo impelido por uma força interior que ele mesmo desconhecia - nem mesmo algemas o impedia de violentar o próprio corpo tamanha era a força que o dominava. Mas e Jesus, como o tratou?

O nosso Mestre é recebido com gritos por aquele homem: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo?! Gritava o pobre atormentado e possuído. E como Ele reage? Ele começa a gritar com o homem? Não! Ele começa a espancar aquele coitado chamando-o de possesso? Não! Ele é misericordioso, e pergunta: Qual é o teu nome? E em seguida concede-lhe a sua vontade, aliás, vontade daquilo que o habitava.

Depois de ficar em sã consciência, o geraseno senta-se aos pés de Jesus para ouví-lo ensinar - o que nos mostra que Jesus não era do tipo gritador - não aqui, nem em várias outras passagens registradas. Ele tinha autoridade sem ser mandão, Ele confrontava as pessoas com o seu carisma, sem ser chato e invasivo, Ele conhecia o interior de cada um, e mesmo assim - não ficava julgando os outros por seus pecados. Ele diferentemente da maioria dos que se dizem seus seguidores, sabia acolher aqueles que eram desprezados e condenados pela sociedade e principalmente pelos líderes religiosos. Para Cristo, o maior pecado não era o adultério, que tinha como pagamento o apedrejamento segundo a lei mosaica, para o Senhor Jesus pior mesmo era não se enxergar como "pecador", e por assim dizer: quem não tiver pecado, atire a primeira pedra!

É fácil você apontar o dedo na cara do próximo e chamá-lo de adúltero, ladrão, homicida, mentiroso, orgulhoso, impuro, pecador, etc... porém, Jesus não era assim - ou melhor, não agia assim, não acusava assim! Então quando assim agimos, não é ao nosso Mestre que estamos imitando. Que age desta maneira está imitando aos fariseus da época de Jesus, sendo hipócritas assim como eles eram e ainda são!

Como comentei no início o nosso Senhor é coerente e tem uma mensagem para cada um, e para aquele que recentemente havia sido liberto por ele a mensagem foi: volta para a tua casa e conta tudo o que Deus te fez. Veja bem, Jesus não disse: Deixa tudo e siga-me como já havia dito para alguns dos seus apóstolos, nem pediu que este fosse ao templo apresentar sacrifício como dissera ao curado de lepra - Jesus o despede e convida-o a dar testemunho para os seus familiares. Jesus não pede-o que deixe a sua família, ao contrário: vá e conta tudo para os teus.

Onde vemos esse tipo de atitude imitando o Enviado de Deus à terra? Onde? ...Você já ouviu alguém dizer a outro depois de ministrá-lo uma Palavra que supostamente é de Deus: vá e conte tudo para os seus? Eu ainda não. O que ouço frequentemente é: Venha, volte, e se tua família não vier, ore por eles - faça a sua parte! Venha, sente-se e escute!

Percebe a diferença?

Eu sinceramente não sei qual a mensagem de Deus para você, Cristo é coerente e eu não quero ser diferente D'Ele. Também não quero cometer o mesmo erro feito por Pedro, que após ouvir de Jesus que era bem-aventurado ficou se achando o cara a ponto de exortar o próprio Jesus, se achando um oráculo andante de Deus na terra - e ouvindo de Cristo um arreda para trás de mim Satanás. Compreende querido(a)? Não podemos cometer o equívoco de achar que todas as nossas vontades são revelações de Deus: o Criador fala quando quer, e do jeito que quer! 

Somos apenas filhinhos D'Ele caminhando em graça, e muito do que dizemos (a maioria com certeza), é apenas nossa percepção limitada e errônea visão humana.

Texto base: Lucas 8:26-39

sábado, 11 de abril de 2015

Luz do Mundo

Ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo duma cama!

Essa frase é mencionada por Cristo logo após a parábola do semeador, o que nos faz entender que aquele que semeia a Palavra além de ser um meio para propagação do Evangelho pela sua boca, também torna-se uma pessoa iluminada por uma luz diferente. Em outro texto o Senhor Jesus afirma vós sois a luz do mundo, então brilhe a vossa luz diante dos homens. 

Uma vez iluminado pela luz do verdadeiro Evangelho, pela luz que vem do alto, a pessoa torna-se brilhante aos olhos dos outros. Não brilhante no sentido ser estrela, ser famoso, ser espertalhão, mas brilhante no sentido de ser totalmente diferente e de possuir um brilho na face que é inexplicável, percebe-se que há algo diferente, mas não se sabe dizer o que é. Além do mais, quando nos é afirmado que a nossa luz deve brilhar diante dos homens, existe também outro sentido bem mais interessante: a claridade e pureza das boas obras quando feitas em Cristo, deve ser testemunho claríssimo daqueles que se dizem cristãos. Existe uma grande diferença entre aquilo que é feito em amor (em Deus), daquilo que é feito para glória própria (trapos de imundície, conforme Isaías). Mas, não cabe a nós julgar uma ou outra - Deus o sabe!

Assim como uma vez acesa a chama ela deve brilhar em local exposto, para que os outros vejam e glorifiquem a Deus, também há o outro lado dessa moeda. Chegará o dia em que nada daquilo que hoje é oculto, continuará sendo; chegará o dia onde tudo será manifestado, e tanto o bem como o mal de cada um será exposto. Pessoas que aparentemente "não servem a Deus", serão recebidas na glória para surpresa de muitos, pois criam no sacrifício do Filho, e viviam a simplicidade do Evangelho encarnado em suas vidas através do amor, da misericórdia e do perdão; pessoas que buscavam a Deus (sem tocar trombeta para aparecer) no interior de seus quartos e que nunca gostaram de se exibir como os hipócritas fazendo longas orações nos templos e de pé para serem vistos (Mateus 6:5-6).

Pessoas que praticam a pura e verdadeira religião mencionada na Bíblia, e que não consiste em doutrinas ou catedrais, mas em misericórdia; essas pessoas virão de todos os cantos do planeta (Mateus 8:11) e se assentarão à mesa no Reino dos Céus.

Infelizmente, quer dizer - felizmente, aqueles que apenas aparentem ser alguma coisa, que tem aparência de piedade mas ocultamente praticam as piores coisas... Esses que exploram os outros com todo tipo de artimanha do inimigo, e que aproveitam-se das pobres viúvas para enriquecer, ah meu querido: a justiça de Deus não falha. Não estou aqui desejando o mal a ninguém, não, não é isso, a minha vontade era que verdadeiramente esses mercadores da terra se convertessem ao Evangelho, e fossem salvos. Mas, em toda a Bíblia há exortações a eles, e a respeito dos tais é dito que ficarão bem longe de Cristo, bem longe!

Tudo aquilo que é feito as escondidas, desde a menor maldade que possa existir no coração humano, como lavagem de dinheiro por lideranças religiosas que usam do artifício ofertório para justificar quantias exorbitantes, até a pior das atitudes que alguém pode fazer ao seu próximo, tudo será revelado, tudo será manifestado. O que foi dito em segredo, será anunciado nos palcos; e o que foi feito a noite, será divulgado a luz do dia para que todos vejam.

Qual o segredo em seu coração? Existem culpas e/ou pecados não confessados e não abandonados? 

Saiba, o Senhor Jesus está disposto a perdoar, e apagar todos os nossos erros - e jogá-los no mar do esquecimento! Ele está com você 24 horas por dia, Ele é onipresente e onisciente: está em todos os lugares através do seu Espírito e de tudo é conhecedor. Mas Ele também é onipotente: para Ele não há impossível, e tudo pode fazer por você.

Você crer?

Texto base: Lucas 8:16

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Servas da Verdade, em verdade

No capítulo anterior vimos o Senhor Jesus sendo surpreendido pela fé de um centurião e pela adoração excelente de uma pecadora que se lança aos seus pés molhando-os com lágrimas e perfume, e também beijando-o e enxugando com os cabelos. Além disso também presenciamos ali o Senhor ressuscitar o filho de uma viúva, devolvendo a ela a esperança em viver e a felicidade, e dar testemunho de si mesmo a João Batista - o que é uma exceção no ministério de Cristo, me parece que o nosso mestre não gostava muito de publicidade - e do próprio João para os seus discípulos.

Na sequência Ele segue sua jornada pelas aldeias e cidades próximas, pregando as boas novas - boas notícias - do reino de Deus. Dar até para imaginar a cena:

Um homem com roupas comuns, nada de elegante ou granfino, seguido por doze homens do povo, escolhidos por Ele e que sempre o acompanhava - seus apóstolos - e para contrariar a época em que vivia, algumas mulheres por Ele curadas, dentre elas Maria Madalena.

Como assim contrariar a época em que vivia?

Como já havia falado, as mulheres não tinham muitos privilégios - aliás, legalmente falando elas eram proibidas de tudo e viviam submetidas a todas as punições civis e penais que se possa pensar - era comum que elas vivessem trancadas em suas residências com janelas, quase sempre, construída com grades para que os passantes nem mesmo vissem seus rostos. Para se ter uma melhor ideia, era pecado grave um homem se dirigir a uma mulher.

Claro que o nosso Senhor e Salvador deixou perplexa muita gente, principalmente os legalistas e moralistas religiosos - os fariseus. Mas, estou convencido de que essa não era sua missão, Ele veio, independentemente do que alguns pensaram a seu respeito, salvar, libertar, ensinar, se oferecer como sacrifício para pagamento de nossas dívidas e para proclamar as boas notícias do reino de Deus. Reino esse que tem uma autoridade - um Rei - que está presente espiritualmente e o seu poder emana dos céus. Reino também este, que participam aqui mesmo na terra aqueles que se deixam ser orientados e guiados pelo poder do Espírito Santo.

Essas mulheres outrora doentes, pecadoras, e algumas até dominadas por espíritos malignos, agora seguiam e serviam aquele homem tão humilde e portador das mais sábias palavras já ouvidas. Elas eram servas com suas presenças, suas ajudas e pequenas posses - estavam ali para prestar serviço por amor e gratidão àquele que lhes devolvera a liberdade. Ali permaneciam porque sabiam também que não encontrariam em nenhum outro lugar, as palavras da vida Eterna!

Se continuarmos estudando as Escrituras, veremos que "elas" estavam presentes nos momentos mais importantes da história do nosso Senhor aqui, nesses mundo - antes e após sua ressurreição.

Bem-aventuradas sois vós: mulheres!

terça-feira, 31 de março de 2015

06 - Jesus proibiu hierarquia na Igreja?

De volta ao Fundamento das Escrituras: Verdadeira Igreja!

Conclusão...

- Vai lá, eu sou forte, me mostra mais essa.

- Pois bem, vamos ler mais um pouco das palavras de Jesus:“Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20:25-28 RA)

- Ufa! irmão é muita coisa pra um dia só. Mas...a palavra não fala de pastor, diáconos? Isso não são títulos? E se tudo é realmente assim onde fica os dízimos nessa historia? E se não há um lugar como os irmãos vão se encontrar? E se alguém pecar como é a disciplina? E se...

- Calma irmão! Não tenho como te explicar tudo isso de uma só vez, mas creio que se tivermos o coração disposto a aprender do Senhor, se deixarmos de lado os nosso conceitos pré-concebidos, o Senhor falara grandiosamente conosco desvendando os seus caminhos para nós, como diz as escrituras : “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” (Provérbios 4:18 RA).

- Irmão, muito coisa do que você falou é verdade, mas tem algumas coisas que não concordo e outras vou ter que examinar melhor.

- Amém irmão! A palavra nos diz: “julgai todas as coisas, retende o que é bom;” (1 Ts 5:21 RA).

- É verdade irmão temos que ser como os de Bereia. “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” (Atos 17:11 RA)

- É isso aí irmão!

- Irmão foi bom te conhecer. Foi boa esta conversa. Mas preciso ir. Mas tenha certeza que voltaremos a conversar sobre isso.

- Calma irmão! Você não pode sair daqui sem oramos

- Orar?
- Sim!
- Então vamos lá.

- Senhor te agradeço por ter conhecido mais um membro do teu Corpo, Te agradeço também pela comunhão que tivemos. Senhor nos leve a te conhecer cada vez mais, nos leve a te amarmos mais hoje do que amamos ontem. Peço que Senhor abençoe este meu irmão, dando da tua graça e conduzindo os seus passos.

- Senhor obrigado porque tu sempre nos surpreende. Obrigado porque quando pensamos que chegamos ao fim tu nos mostra um horizonte mais adiante. Quão insondáveis são os teus caminhos. Quebra todo sofisma e todo espírito de religiosidade que reside em nossas mentes. Amém!

- Amém!

- A Paz do Senhor irmão!
- Graça e Paz!

segunda-feira, 30 de março de 2015

05 - E a liderança, como funciona?

De volta ao Fundamento das Escrituras: Verdadeira Igreja!
Continuação...

- Pronto irmão, você mesmo respondeu sua pergunta! Mas vale dizer que a autoridade no mundo é diferente da autoridade na igreja. No mundo a autoridade é posicional, ou seja, não importa quem você é, se você está em determinada posição você tem autoridade. Por exemplo: não importa se você é um alcoólatra, se você mente, se você é mau esposo, um mau pai, mas se você ocupa o cargo de capitão do Exército, você tem a autoridade que essa posição lhe confere. Na igreja é totalmente diferente. O importante é quem você é, se você tem uma vida consagrada, se tem um testemunho irrepreensível, se você é um obreiro que maneje bem a palavra de Deus, então naturalmente haverá pessoas que te procurarão em busca de ajuda e se submeterão a vida de Deus que há em ti.

- Mas a bíblia não fala de presbíteros?

- Sim. A palavra presbítero significa ancião (idosos), Na bíblia a liderança de uma igreja local era exercida pelos presbíteros, ou seja, pelos irmãos mais maduros naquela localidade. E essa liderança era sempre plural. Em 1Tm 3:1-7 e Tt 1:5-9 vemos como deveriam ser estes homens.

- Mas hoje irmão, a gente que faz parte de uma igreja, ou melhor dizendo de uma instituição religiosa temos que nos submeter a pessoas que nem conhecemos. Lá na minha congregação mesmo, frequentemente há a troca de pastor e as vezes vem pessoas de outras cidade para assumir o cargo.

- Pois é irmão! Na bíblia não vemos tal coisa. Lembra daquela conversa que Paulo teve com os presbíteros de Éfeso em Atos 20, porque aqueles homens acataram e se submeteram as palavras de Paulo? Foi porque eles conheciam pessoalmente a Paulo, eles conviveram com Paulo e viram sua consagração à obra de Deus. A primeira coisa que Paulo faz ao falar com os presbíteros de Éfeso é invocar o seu testemunho dizendo a eles: “Vós bem sabeis como foi que me conduzi entre vós em todo o tempo, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia,” (Atos 20:18 RA). Eles conheciam Paulo muito bem.

- Realmente! Irmão como eu nunca tinha visto isso!?

- Irmão e por outros lado o próprio Senhor Jesus proibiu o uso de títulos na igreja, o Senhor disse que somos todos irmãos.

- O Senhor proibiu o uso de títulos?

- Sim irmão.

- Me mostra isso!

- Olha só irmão: “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos. A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus. Nem sereis chamados guias, porque um só é vosso Guia, o Cristo. Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Mateus 23:8-12 RA)

- Irmão isso é demais para mim! Primeiro você me diz que não tem denominação, depois que a Igreja é o Corpo de Cristo, depois que denominação é divisão do Corpo de Cristo, depois que não existe templo novo testamento, depois que liderança no Corpo de Cristo não é posicional, agora você vem me dizer que Jesus proibiu o uso de títulos?

- É irmão! E tem mais Jesus também proibiu hierarquia no meio de seu povo.

- O quê?

- É isso que você ouviu, Jesus proibiu hierarquia no meio de seu povo.


Continua amanhã... 
com o último episódio dessa conversa!

sexta-feira, 27 de março de 2015

04 - Isso é Ecumenismo?

De volta ao Fundamento das Escrituras: Verdadeira Igreja!

Continuação...

- Isso tá me cheirando ecumenismo! Olha irmão, esse negócio de ecumenismo é coisa do diabo! Num entra nessa não!

- Irmão isso não tem nada haver com ecumenismo. O ecumenismo prega a união de todas as religiões. Eu estou falando da união do Corpo de Cristo, ou seja a união de todos os verdadeiros filhos de Deus. Eu estou falando da união da família de Deus. Ou você acha que a família de Deus tem que estar dividida? Irmão não deve existir divisão no Corpo de Cristo. Paulo nos diz: “para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.” (1 Coríntios 12:25 RA)

- Mas isso parece ecumenismo!

- Irmão, ecumenismo é a união de instituições religiosas. Eu estou falando da unidade do Corpo de Cristo.

- Você é daqueles que acredita que todos os caminhos conduzem a Deus?

- Não irmão, há apenas um caminho. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6 RA). “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4:12 RA). Salvação só em Jesus Cristo, ele é o único caminho.

- Irmão, como seria todos os irmãos vivendo juntos, cada um com suas doutrinas, cada um com seus pensamentos? Não seria uma grande babel.

- Irmão babel é o que vemos hoje, milhares de denominações, dividindo o Corpo de Cristo. Isto realmente é uma babel.

- Irmão, isto me fez lembrar daquela passagem: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1 João 1:7 RA). Lembrei também daquele:“Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.” (João 10:16 RA). Realmente seria muito maravilhoso se todo o povo de Deus fosse na pratica um só rebanho, mas acredito que seja tão difícil. Acredito que seja uma utopia.

- Irmão você não pode dizer que a palavra de Deus seja utopia. O Nosso Deus é o Deus do impossível. Se ele deseja que seu povo seja UM, devemos também desejar isso, a despeito de qualquer dificuldade por maiores que sejam. Lembre-se sem fé é impossível agradar a Deus(Hebreus 11:16)

- É verdade irmão, estou começando a concordar com você. Mas se não há denominação, se não há uma instituição religiosa, como fica a liderança?

- Irmão, me diga como era a liderança na igreja primitiva? Eles não tinham denominações e não pertenciam a nenhuma instituição religiosa.

- Irmão, eu creio que naquela época a liderança era exercida pelos cristãos mais maduros que naturalmente tomavam a posição de seguir na frente enquanto os cristãos mais novos seguiam seu exemplo.

Continua...

quarta-feira, 25 de março de 2015

03 - Onde fica o templo nessa história?

Diálogo: De volta ao Fundamento das Escrituras: Verdadeira Igreja!

No texto de ontem, vimos que as denominações não tem origem nas Escrituras - portanto trata-se de mais um inconvencionalismo do homem, e que também nenhum dos apóstolos participaram e/ou criaram as que hoje existem. Vamos ver como vai se desenrolar essa conversa!

Continuação...

- Mas onde fica o templo nessa história? Você precisa ter um lugar para congregar.

- Irmão, primeiramente, em toda a bíblia existiu apenas um templo e era em Jerusalém, construído por Salomão. Templo é algo da antiga aliança. Hoje, no novo testamento não existe templo.
- Então não existe um lugar que devemos adorar a Deus?

- Esta era a mesma duvida que uma certa mulher samaritana tinha. Ela queria saber onde se deveria adora a Deus: se no monte onde Jacó adorou ou em Jerusalém. Jesus respondeu a ela: “Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai... Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:21-24 RA). Você não acha que estas palavras de Jesus são para ser levadas a sério?

- Então é errado ter um lugar para reunir? - Irmão não é errado que os irmãos tenham um local para reuniões, mas uma coisa deve ficar bem clara, este local nada tem de especial, não é um lugar sagrado, e eu não preciso ter um vínculo com ele, meu vínculo tem que ser com os membros do Corpo de Cristo, não com um local físico. A Igreja do Senhor é feita de pedras vivas (pessoas), não com cimento e tijolos. Como o apóstolo Pedro diz: “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.” (1 Pedro 2:5 RA)

- Mas não está certo esse negócio de se reunir em casa. Eu já houvi falar de pessoa que não vão a igreja, ou melhor dizendo não vão ao templo....quer dizer, não vão na casa de oração.

- Irmão você tem que dizer isso para quem escreveu a bíblia, lá aparece várias menções de igrejas nas casas. Filemom 2, Romanos 16:5, Colossenses 4:15. E mais em Atos nos diz: “Entretanto, não habita o Altíssimo em casas feitas por mãos humanas; como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés; que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? Não foi, porventura, a minha mão que fez todas estas coisas?” (Atos 7:48-50 RA)

- Irmão entendi o que você falou, mas não vejo problemas em continuar em uma denominação. Estou servindo a Deus fazendo o melhor que eu posso.

- Irmão, não tenho dúvidas que você ama a Deus. E além do mais você é parte de mim. Você creu no Senhor Jesus e o Espírito Santo passou a habitar em ti. O mesmo Espírito que habita em ti habita em mim, somos irmãos. Mas tenho que te dizer que o denominacionalismo não glorifica a Deus. O denominacionalismo é divisão do Corpo de Cristo. "Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?" (I Coríntios 1:13). O povo de Deus tem ser um para que o mundo creia, em João 17:20-21 diz: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” (João 17:20-21 RA)

- O que é isso que você chama de denominacionalismo? Não vejo problema em se adotar um nome.

- Denominacionalismo é o ato de se dividir do restante do Corpo de Cristo, formando um grupo sob o emblema de uma doutrina (falsa ou verdadeira), de uma pessoa, de uma prática, etc. Cremos no batismo, mas nem por isso devemos nos denominarmos batistas”. Cremos que há presbíteros no Corpo de Cristo, mas nem por isso devemos nos denominarmos “presbiterianos”. Cremos nos dons (do grego charismas), nem por isso devemos nos denominarmos “carismáticos”. Cremos no pentecoste, mas nem por isso devemos nos denominarmos “pentecostais”. Cremos que Martinho Lutero foi um grande servo de Deus, mas nem por isso devemos nos denominarmos “Luteranos” ou “protestantes”. Cremos nos métodos de Deus, mas nem por isso devemos nos denominarmos “Metodistas”. Cremos no advento (vinda) do Senhor Jesus, mas nem por isso devemos nos denominarmos “adventistas”.

Não ousamos colocar sobre nós qualquer nome que não possa ser usado por todos os filhos de Deus.

Continua...