quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Qual a melhor tradução da Bíblia?

Qual a melhor tradução da Bíblia?

Desde Constantino, Jerônimo, Septuaginta, Vulgata Latina, Tradução Ortodoxa, Reforma Protestante, Traduções Maçônicas Protestantes, Traduções Latinas atuais, Nova Versão, Linguagem de Hoje, e até as que dizem conter os originais, são mais de 52.000 (cinquenta e duas mil) adulterações. 

E claro que, se toda a Bíblia fosse adulterada de forma sutil e tivéssemos o evangelho puro indexado em João 3:16 seria suficiente para sermos alcançados e salvos pelo sangue do Cordeiro de Deus! 

Mas, veja bem, as adulterações feitas pelo catolicismo romano são nítidas, e recentemente atestadas e confessadas pelos atuais papas, como em Mateus 28:19 e 1ª João 5:7 e 8, não todos os versículos mas as expressões trinitárias acrescidas e criadas para darem substância e consubstancia à ‘doutrina’ (dogma) da santíssima trindade feita por Constantino no Concílio de Niceia. Outras adulterações aparentemente singelas e inofensivas, mas gritantes, como trocar a palavra sustento pelo termo salário, abrindo brechas enormes para os pastores e padres estipularem seus obesos pagamentos eclesiásticos.

Se de um lado as de origem católicas romanas e protestantes possuem mais de 52 mil adulterações, do outro lado surgem os judeus messiânicos com a promessa de rever e restaurar as Escrituras. Mas o que eles fazem? Conseguem a dádiva de brigarem entre si, vendendo a Escritura igual e até pior do que o mundo cristão.

Judeus americanos alugaram pergaminhos encontrados em Qumran com custo de aproximadamente 15 mil dólares cada um. A promessa era: menos grego e mais hebraico, aramaico e etíope. Sem passar pelo Vaticano, tinha tudo para dar certo! Vieram: Restauração das Escrituras, Peshita (de todos os tipos, Peshita Cabalista, Peshita judaica, Peshita Verdadeira) e Bíblia Judaica Completa.

O problema é sempre o mesmo. Usar a tradução bíblica para proselitismo religioso...

Fonte: Gospelprime

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