sábado, 8 de março de 2014

Que "efeitos especiais" a Cruz de Cristo gerou?

A religião fecha o caminho, impede o olhar, não permite a penetração do homem comum à presença de Deus, no santuário de Deus para orar a Deus, ela não faz concessão de entra e sai e acha pastagens, ao contrário! Na religião tudo tem que ser absolutamente determinado por aqueles que a controlam, e a decidem, e a definem... Em Cristo, na cruz, no entanto se estabelece um outro paradigma: Nenhum homem é mais seu mediador em relação a Deus, nenhum; nem seu pai, nem sua mãe, nem seu marido, nem ninguém que você chame de meu pastor, de meu sacerdote, de meu intercessor...
O véu foi rasgado por Deus e não por homens!
Como diz o escritor aos Hebreus: hoje tenhamos firme esperança e entremos com ousadia no santo dos santos de nenhum templo humano, mas do Santuário Celestial que não é uma construção de uma nave mãe de culto, não, o Santuário Celestial é dentro de nós - é o nosso coração, e nele está o Reino de Deus, onde eu posso adorar a Deus em Espírito e em Verdade.


Cristo foi tentado em todas as coisas a nossa semelhança, mas sem pecado... Um sumo sacerdote como esse conhece fraqueza, fragilidade, ambiguidade humana, dor humana, pois Ele mesmo viveu todos os processos da nossa relatividade atravessando-os sem pecado, mas sabendo na carne o significado de ser gente. E Ele é quem intercede por você!
Você acredita nisso? Então por que é que você pede oração forte para pastores por aí? Quem faz isso não acredita ainda! Você acredita nisso? Se você acredita nisso, por que é que você fica perturbado quando alguém diz que se você faltar uma reunião de alguma igreja você vai perder a bênção? Isso é porque você não acredita nisso. Você crer nisso? Quem crer nisso não recebe maldição de mais ninguém: Se estou ancorado no trono de Deus, quem me amaldiçoará? 
Você crer nisso? Quem crer nisso não pede acesso à presença de Deus. Quem crer nisso sabe que vive em Deus. Você crer nisso? Quem crer nisso anda na terra se sabendo um habitante ininterrupto da Eternidade. O véu se rasgou de cima a baixo...




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