segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O Justo que padeceu

Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; 1 Pedro 3:18



Fonte: ump-da-quarta.blogspot.com 


É muito fácil alguém chegar, e sem conhecer a história do maior homem de todos os tempos, afirmar que não tem porque crer n'Ele, que não tem motivos para amá-lo, que não há esperanças para quem deposita sua fé em um homem. Mais isso só é fácil para quem não conhece sua história!

Afinal de contas, que homem daria sua vida por quem não se importa com ele? Ou mais que isso: que ser vivo em sã consciência sacrificaria o próprio filho para salvar a vida de outra pessoa?

Como disse Isaías no capítulo 53: Quem creu em nossa mensagem? A quem foi revelado o braço do Senhor, a quem mostrado a mão do Criador?

Ainda segundo Isaías, Jesus veio a este mundo como uma plantinha nascida em terra seca, sem beleza (no rosto), sem formosura (porte físico), e olhando nós para ele não víamos nada que despertasse nosso interesse. Ao contrário ao que se ver nessas supostas fotos de um homem bonito, olho azul, cabelo comprido, a Bíblia afirma que Ele era um homem de dores, familiarizado com o sofrimento e que passou toda a sua juventude sendo carpinteiro.

O nazareno trabalhou exatamente com as ferramentas que mais tarde seriam usados para crucificá-lo: trabalhava com martelos, pregos e madeiras. Objetos esses que eram usados na mais dura pena que existia a 2 mil anos atrás - a crucificação. Talvez para o que o psicológico dele próprio, como homem, estivesse preparado para o dia do seu maior sofrimento.

Ele sabia qual era sua missão, e Ele não recuaria nem um passo sequer - pois nos amou desde o princípio - e ainda nos ama. Ah quem pense que Ele quis desistir (em outro momento falaremos disso), mas, na verdade não. Em momento algum Ele quis retroceder, pois seu amor pela humanidade é bem maior que qualquer outro amor.

Ainda que uma mãe ou um pai esqueçam de um filho, o Senhor nunca esquecerá!

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