Trabalhar para viver, ou viver para trabalhar?
Enganados por um sistema de vida escravizante, não enxergamos que o trabalho profissional, que deveria existir apenas como atividade de suporte à vida, se tornou o objetivo principal da existência humana. Uma sociedade equilibrada, obviamente deveria se pautar pelo equilíbrio de todas as coisas. Quando o objetivo da vida se fundamenta somente no exercício da profissão, outros setores da vida sofrerão prejuízos.
Ao priorizar a ocupação profissional, a ponto de fazer com que o dia-a-dia seja tomado apenas com esse compromisso, agimos em detrimento à vida de relacionamentos familiar, social e pessoal. Alimentamos uma “enfermidade” na sociedade, cujas consequências danosas já podem ser vistas. Anomalias comportamentais estão se manifestando em todos os lugares. Os alicerces da sociedade que elege a vida profissional como fim e não como um meio, são extremamente frágeis. Ela poderá entrar em colapso, comprometendo a vida de toda a coletividade.
Para os cristãos a vida deveria ir além dos objetivos, meramente financeiros. Mas nem sempre isso acontece. O Evangelho de Cristo diz que a vida continua após a morte do corpo físico. Sendo assim, não se pode pensar apenas nos gozos do presente momento, ou no bem individual. Temos de pensar no bem-estar comum e no cumprimento das promessas que apontam para a vida futura.
É praticamente impossível viver sem fazer parte deste sistema de produção e consumo. Mas, se quisermos andar nos passos do Nazareno, que prioriza as coisas eternas, teremos, forçosamente, de encontrar um ponto de equilíbrio. Nessa hora, somente o Senhor poderá nos ajudar, com o Espírito Santo. Ele nos mostrará a perfeita vontade de Deus, o caminho que precisamos seguir, e (o que é melhor) nos dará força para optar por uma nova vida e tê-la, verdadeiramente.
Fonte: Rádio Despertai
Enganados por um sistema de vida escravizante, não enxergamos que o trabalho profissional, que deveria existir apenas como atividade de suporte à vida, se tornou o objetivo principal da existência humana. Uma sociedade equilibrada, obviamente deveria se pautar pelo equilíbrio de todas as coisas. Quando o objetivo da vida se fundamenta somente no exercício da profissão, outros setores da vida sofrerão prejuízos.
Ao priorizar a ocupação profissional, a ponto de fazer com que o dia-a-dia seja tomado apenas com esse compromisso, agimos em detrimento à vida de relacionamentos familiar, social e pessoal. Alimentamos uma “enfermidade” na sociedade, cujas consequências danosas já podem ser vistas. Anomalias comportamentais estão se manifestando em todos os lugares. Os alicerces da sociedade que elege a vida profissional como fim e não como um meio, são extremamente frágeis. Ela poderá entrar em colapso, comprometendo a vida de toda a coletividade.
Para os cristãos a vida deveria ir além dos objetivos, meramente financeiros. Mas nem sempre isso acontece. O Evangelho de Cristo diz que a vida continua após a morte do corpo físico. Sendo assim, não se pode pensar apenas nos gozos do presente momento, ou no bem individual. Temos de pensar no bem-estar comum e no cumprimento das promessas que apontam para a vida futura.
É praticamente impossível viver sem fazer parte deste sistema de produção e consumo. Mas, se quisermos andar nos passos do Nazareno, que prioriza as coisas eternas, teremos, forçosamente, de encontrar um ponto de equilíbrio. Nessa hora, somente o Senhor poderá nos ajudar, com o Espírito Santo. Ele nos mostrará a perfeita vontade de Deus, o caminho que precisamos seguir, e (o que é melhor) nos dará força para optar por uma nova vida e tê-la, verdadeiramente.
"Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas". - (Mateus 6:31-33)
Fonte: Rádio Despertai

Nenhum comentário:
Postar um comentário